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7 passos para se detectar uma oportunidade empreendedora

28 Aug 2017

| Publicado por:

   

 

 

Como os maiores empreendedores do mundo conseguem ter ideias incríveis?

 

A verdade é que a grande maioria simplesmente não consegue. Eles apenas enxergam oportunidades que outros não são capazes de enxergar. Continue lendo esse artigo para descobrir o que é necessário para que você também as enxergue.

Frequentemente recebo mensagens de pessoas que trabalham o dia inteiro em empregos que não gostam, com rotinas mega cansativas. Muitas até possuem espírito empreendedor, mas não sabem por onde começar, nem o que deveriam fazer. Portanto, tive a ideia de escrever esse artigo para ajuda-las a realizarem seus anseios.

Ao longo do ano, estudei exaustivamente centenas de casos de empreendedores e empresas de sucesso para o livro que estou escrevendo. Com isso, descobri alguns padrões entre aqueles que de fato fizeram na prática o que muitos deixam só no papel.

Organizei esses padrões em 7 atributos que são necessários para identificar oportunidades empreendedoras e ainda trouxe alguns exemplos reais para que você se inspire a sair da rotina e execute aquilo que tem na cabeça.

É importante ressaltar que esses atributos podem ser aproveitados não somente por quem pretende abrir uma empresa própria, mas também por quem quer empreender na própria carreira como funcionário de uma empresa – os intrapreendedores.

Antes, gostaria de fazer um convite. Toda 6ª feira divulgo o newsletter Argutia, no qual envio um resumo das notícias mais essenciais da semana em negócios, carreira e empreendedorismo. Você pode se inscrever aqui para receber no seu email. Sendo assinante, você também receberá em primeira mão o meu livro quando for lançado.

 

1 – Entenda o seu próprio contexto

 

Uma grande tendência do ser humano é achar que o que acontece com ele não acontece com ninguém mais. É até compreensível, já que é complexo entender a realidade dos outros. Mas isso não poderia estar mais longe da verdade.

Nos anos 1990, Paulo Fabra estava cansado de ter suas malas quebradas e roubadas nos aeroportos brasileiros. Conversando com amigos, viu que não era o único. A partir daí, criou a Protect Bag, aquele serviço de envelopar malas que hoje existe em praticamente todos os aeroportos do Brasil.

Independente de qual problema você tenha, é praticamente certo que alguém, em algum lugar do mundo, tenha passado pela mesma situação.

Veja o exemplo de Newton e Leibniz. Há quase 400 anos ambos idealizaram os princípios do Cálculo simultaneamente. Sem sequer conhecerem um ao outro. Diversos casos de descobertas múltiplas, como essa, já aconteceram na história.

Na época eram apenas 700 milhões de pessoas que viviam no mundo. Agora imagine hoje, que são mais de 7 bilhões, ou seja, dez vez mais. As chances de você pensar em algo que ninguém mais pensou são próximas de zero!

Inspire-se com estratégias que já deram certo e aprenda com as que não deram. Com isso, você sempre conseguirá desenvolver ideias originais. Tem alguma dúvida sobre algo? Seja proativo: muito provavelmente encontrará a resposta no Google.

Lembre-se disso: nenhum problema é realmente novo. Portanto, descubra seus problemas que você também descobrirá o de muitas outras pessoas.

 

2 – Não reinvente a roda

 

Um dos grandes males da nova geração de empreendedores é achar que para criar um negócio de sucesso é necessário reinventar a roda e criar um produto que vai revolucionar o mundo. Todos querem desenvolver o novo Uber ou virar um Steve Jobs.

O que eles não pensam é que a grande maioria das empresas aqui no país é muito amadora. Desde um carrinho de milho na praia a uma grande construtora, há um terrível déficit de gestão para ser combatido. E é aí que devem entrar os empreendedores.

Não é necessário criar um produto inovador, mas apenas inovar na administração de negócios que já existem há anos. Vocês sabem quanto ganha o dono de uma padaria? Ou o cara que tem uma loja de materiais de construção?

Esses mesmos negócios estão em cada esquina. Nunca parou para pensar que basta otimizar a eficiência e melhorar a gestão de uma empresa manjada dessas para absorver toda a demanda do mercado?

É claro que não é descolado e você não vai aparecer na capa da revista Exame. E ainda vai precisar botar a mão na massa e se sujar todo. Mas, sem sombra de dúvidas, existe uma ampla variedade de ideias antigas que mais ninguém está trabalhando e que vão te dar mais dinheiro do que criar um app manjado para celular.

O próprio Steve Jobs, famoso por ser o “inventor do mouse”, na verdade só pegou um produto da Xerox que eles não sabiam no que podiam usar. Aplicou no seu próprio computador e deu certo! Ele não inventou nada, só utilizou o que já existia.

 

3 – Esteja disposto a mudar de opinião

 

“O grande problema não é o que você não sabe. É o que você sabe com certeza, mas está errado” – Mark Twain

Hoje em dia, todos os profissionais pregam a bandeira da flexibilidade. Entretanto, basta ver suas atitudes para entender que é só da boca para fora.

Pessoas rígidas e que não estão dispostas a serem contrariadas dificilmente vão encontrar boas oportunidades empreendedoras. Simplesmente porque não estão realmente dispostas a tentar coisas novas.

Portanto, ouça sempre feedbacks, principalmente os negativos. Não busque apenas uma validação das suas ideias, mas procure descobrir os pontos em que você é bom e os que você pode melhorar.

Durante décadas a Olivetti liderou o segmento de máquinas de escrever. Porém, na década de 1970 eles ignoraram o surgimento dos computadores e passaram a investir em máquinas de escrever ainda mais avançadas. Quando perceberam que deveriam mudar já era tarde demais.

Fica uma grande lição: não insista nos seus erros só porque você já investiu neles. Seja capaz de abandonar ideias desastrosas e mudar suas opiniões sem medo.

 

4 – Não dependa somente da opinião do consumidor

 

Sabe aquela sensação desagradável de não saber para onde seguir ou o que fazer? Talvez seja porque você não esteja ouvindo atentamente as pessoas. Pode até achar que está, mas não está enxergando as entrelinhas.

Observe as demandas das pessoas e seus problemas cotidianos. Lembre-se: uma empresa só existe por causa dos clientes. E ela só permanecerá no mercado se for capaz de atender às necessidades e expectativas deles.

Com a tecnologia moderna, os consumidores têm um enorme poder na mão. Portanto, ouça-os sempre. Mas com uma ressalva: observe suas demandas reais e não necessariamente o que eles querem.

Henry Ford, um dos inventores dos carros modernos, disse uma frase que explica bem isso: “se eu perguntasse a meus compradores o que eles queriam, teriam dito que era um cavalo mais rápido”.

Consumidores não sabem exatamente o que querem, apesar deles acharem que sabem. Por isso, empresas que ouvem demais seus consumidores acabam criando produtos que "servem" para todos. O resultado disso é um fracasso retumbante. Quem tenta agradar a todos, acaba não agradando ninguém.

Empresas devem inferir o que o cliente precisa e desenvolver seu produto a partir daí. Entenda as circunstâncias em que ele vivem. É aí que está o segredo para um produto de sucesso. Depois, venda sua ideia e você verá a demanda surgir.

Os clientes querem cavalos rápidos? Não, eles só querem chegar mais rápido ao destino.

 

5 – Não acredite cegamente em “especialistas”

 

Normalmente, acreditamos que se existe alguém capaz de resolver um problema da humanidade, essa pessoa deverá, necessariamente, ser um especialista na área. Mas nem sempre isso é verdade.

Ted Turner, por exemplo, fundou a CNN mesmo tendo assistido muito pouca televisão na sua vida. Uma frase que ele dizia explica tudo: “sabe por que sou esperto? Nunca vi muita TV”. É comum que pessoas de fora do problema enxerguem soluções melhores do que quem está tão íntimo com eles.

Há algum tempo participei de um evento de jovens empreendedores, no qual tínhamos que trabalhar em uma ideia de negócio para uma competição

Desenvolvemos o que acreditávamos ser uma excelente ideia, mas ficamos em último lugar! Mas não ficamos desolados. Após o evento, conversei com os avaliadores da banca e ouvi o seguinte: “esse projeto não é bom, nunca daria certo”.

Já eu achei diferente, realmente gostei da ideia e achei que havia potencial. Tanto que um dos integrantes do grupo resolveu continuar com o projeto. Dei total apoio, uns feedbacks pontuais no que podia melhorar e auxiliei no que pude.

Recentemente soube que ele recebeu um grande aporte para realizar a exata ideia que os especialistas falaram que nunca daria certo. Ficam 2 lições: último lugar nem sempre é derrota e especialistas não são donos da verdade.

Pense que toda vez que alguém inventar algo novo, haverá gente dizendo que você é louco. Isso é fácil de entender: você está fazendo algo que ninguém mais fez! Para ser disruptivo, você necessariamente precisa enfrentar esse tipo de resistências.

A mentalidade da maioria das pessoas é fixa. Elas realmente acreditam que se não existe algo é porque não dá para ser feito. Portanto, se alguma vez te chamarem de louco, entenda isso como elogio.

 

6 – Não se acomode

 

“Todo mundo tem um plano até tomar um soco na cara”. Essa frase, do Myke Tyson, é perfeitamente aplicável ao mundo dos negócios também. O que diferencia as grandes empresas que se mantêm no topo por tantos anos é sua resiliência, ou seja, capacidade de tomar socos na cara de todos os lados: clientes, governo, fornecedores, etc.

Empresas que entendem que estabilidade não existe são as que conseguem antever crises e se adaptar mais facilmente a contingências ou problemas repentinos.

É o caso da Toyota. A empresa inventou o “Obituário Corporativo”. A ideia é basicamente pensar em uma futura ameaça e criar um artigo de jornal como se essa ameaça houvesse, de fato, acontecido. Exemplo: “aumento do preço do petróleo derruba vendas da Toyota em 50%”.

Nesses cenários, as equipes precisam trabalhar de modo a evitar que essa tragédia ocorra. Foi com esse tipo de antecipação que surgiu o Prius, o primeiro carro híbrido e campeão de vendas da empresa.

Essa lição vale especialmente para os intrapreendedores. Vejo muita gente entrando em empresas (principalmente concursados) e se acomodando. Postergam todos os seus planos para amanhã. E esse amanhã nunca chega.

Esperam que algo diferente ocorra nas suas vidas, mesmo sem nunca terem corrido atrás. Um amigo meu uma vez me disse uma frase que nunca mais esqueci: “cavalo parado não puxa carroça”. E isso é a mais pura verdade.

Vi esse padrão em todos os casos que estudei: empreendedores que realizam as coisas não se acomodam, não param de seguir em frente.

Você está realmente feliz ou somente acomodado? Saia da sua zona de conforto!

 

7 – Não desista

 

Fui rejeitado em mais de 30 empregos. Tentei uma vaga na polícia, não quiseram. Não consegui vaga nem como atendente do KFC. Eles entrevistaram 24 pessoas e fui o único que ficou de fora. Fui recusado 10 vezes de entrar em Harvard. Sei ser rejeitado.

Acredite se quiser, mas essa é a história de Jack Ma, criador do Alibaba e o homem mais rico da Ásia com uma fortuna de mais de 37 bilhões de dólares.

Talvez o fator mais importante dessa lista é: não desista. Essa é a característica em comum de 10 entre 10 empreendedores de sucesso. Não importa qual foi a adversidade, eles enfrentaram sempre com resiliência, acreditando no próprio potencial.

Coronel Sanders tinha mais de 65 anos antes de fundar o KFC. Ray Kroc vendia máquinas de milkshake até os 60 anos antes de começar a transformar o McDonald's na empresa que é hoje. Ambos lutaram a vida inteira e não largaram a toalha.

Isso não é conversa de autoajuda. É a realidade pura e simples: você vai falhar. Provavelmente mais do que uma vez. Pessoas medíocres desistem no primeiro insucesso. Pessoas de sucesso perseveram. Erram e aprendem com o erro. Transformam dificuldades em oportunidades e rejeições em motivação.

 

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Texto por: Daniel Scott

Postado originalmente em: https://goo.gl/R8zqNY

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